Tá com dúvida sobre a vacina da febre amarela? Entre aqui e acabe com elas!

De forma emergencial, municípios do Rio de Janeiro, da Bahia e de São Paulo vão receber nova campanha de vacinação. Medida tem respaldo da Organização Mundial da Saúde (OMS)


A vacinação será apenas em locais onde, antes, não havia cobertura vacinal. Se você não mora nos municípios que receberão a ação, não tem problema! Vá até o posto de saúde mais próximo e solicite a imunização em dose única ao agente de saúde. A dose única é suficiente para proteger uma pessoa pelo resto da vida! Então, aproveite para levar a família inteira e garantir que, na sua casa, ninguém vai correr o risco de ter febre amarela.

Tomei vacina há 10 anos. Preciso me vacinar de novo?

Se você tomou a dose única em qualquer outro momento da sua vida, pode ficar tranquilo. Não precisa voltar ao posto de saúde. Pode confiar: a dose única basta. Essa é uma recomendação da OMS, comprovada por estudos.


Tomei a vacina antes da OMS dizer que precisava de uma dose. Preciso tomar de novo?

Mais uma vez, repete comigo: tomou a dose única? Tá protegido. O entendimento sobre a vacina mudou, mas o medicamento em si é o mesmo de antes. Mas, se não estiver protegido, você pode buscar o posto de saúde mais próximo no seu município, ou mesmo uma clínica particular.


Vou viajar para locais de risco. Preciso de me vacinar?

 
Se você já tomou a dose única, não. Porém, se ainda não tiver sido imunizado, não deixe para última hora. Para garantir, tome a vacina pelo menos 10 dias antes de viajar.


Estou grávida. Posso tomar a vacina?

 
Não. A vacina é contraindicada para gestantes. Se você está tentando engravidar e não tem certeza absoluta de que não está grávida, não tome a vacina.


Meu bebê recém-nascido pode tomar a vacina?

 
Não. A vacina é indicada apenas a partir dos seis meses em áreas de risco (onde morreram macacos com suspeita da febre e onde há casos suspeitos). Com exceção desses casos, o calendário de vacinações indica a partir de nove meses de idade.

 

 

 

 

 


Fonte: Governo do Brasil, com informações da Anvisa e do Ministério da Saúde